Quando faltar água as pessoas vão se desculpar por não ouvirem todas as vezes que reclamei sobre o desperdício.
Quando faltar ar as pessoas vão se desculpar por todas as vezes que reclamei sobre impressões desnecessárias.
Eu não sei o futuro, não há nada pra descobrir. As coisas são óbvias e você não vê porque não quer.
Uma pessoa que é nostálgica não consegue ser feliz com uma que não é e vice-versa. A outra é o presente, enquanto a nostálgica só pensa no passado. Isso que dizer que só vai começar a pensar naquela que está a seu lado no presente quando ela virar passado.
Há algumas noites tive um sonho. Estranho, mas foi cinematográfico. Poderia contá-lo em detalhes, poderia resumir, mas isso já virou passado e já não tenho mais vontade de compartilhá-lo. Não sou do tipo nostálgica, mas sinto falta das cócegas do meu tio quando era criança. Sentir falta de coisas quando era criança, não é ser nostálgico. É ter boas lembranças e gostar de tê-las. Ser nostálgico é querer viver aquilo de novo e não aceitar o presente porque o querer está no passado.
Os maiores gênios da história tinham seu lado nostálgico e gostavam de músicas tristes para ficarem tristes. E os gênios ficaram no passado, eles viraram algo bom para lembrar, mas não para viver.
Dezembro, nostalgia total, retrospectiva, melhores momentos do ano, as melhores piadas, os melhores motivos pra sorrir ... fim de ano, fim de vida, que merda eu fiz esse ano, onde eu fui parar, quantos cabelos brancos nasceram, quantas pessoas deixei me ver chorar.
Janeiro, visão do futuro, quais são meus planos, pr'aonde vou viajar, quem quero conhecer, vida saudável, nada de pizza ... começo de ano, mais um ano, estou ficando velho, mais tédio, mesmas coisas do ano passado, espero que os feriados caiam no meio da semana.
O que eu penso?
Oh my God, it's my favorite song!
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Anjo de Vidro
Não procurei um sorriso e nem um ombro amigo, e mesmo assim achei.
No melhor momento, ou talvez não.
Mas surgiu como se estivesse ali há anos e ficou como se fosse durar pra sempre.
Tão sensível quanto eu, mas procurou me proteger.
Pequeno e direto, de coração para Agatha.
domingo, 21 de agosto de 2011
Domingo.
Normalmente, em domingos como este, tenho a tendência de ficar triste.
Por esse motivo, acho melhor não me aprofundar em nada que eu queira dizer.
Posso falar o que vier a mente, e amanhã, numa segunda-feira ensolarada, eu ache que está errado.
Prefiro desviar meus pensamentos deste domingo.
Obs: Meu ânimo, ao acordar, estava ótimo!
O que aconteceu? Bom, pergunte ao domingo de frio e chuva, chuva e frio...
Por esse motivo, acho melhor não me aprofundar em nada que eu queira dizer.
Posso falar o que vier a mente, e amanhã, numa segunda-feira ensolarada, eu ache que está errado.
Prefiro desviar meus pensamentos deste domingo.
Obs: Meu ânimo, ao acordar, estava ótimo!
O que aconteceu? Bom, pergunte ao domingo de frio e chuva, chuva e frio...
In my life...
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Em vão.
Ela andava perdida entre músicas que não escreveu tentando adivinhar como elas poderiam dizer tanto sobre o que sentia.
Como seria possível alguém, sem conhecê-la, entender o que sente?
"Nunca lhe passou pela cabeça que outras pessoas também sentem o mesmo?"
E ela, por aí, chorando e lamentando mais um dia.
Para quê? Aonde vai ficar? Pr'aonde vai levar? No que vai dar?
Escrevia em sua mente suas incertezas tentando compreendê-las e transformá-las em atitudes.
De nada adiantava. Ela não tinha a cabeça como deveria para conseguir.
Numa noite qualquer, conversando com uma pessoa qualquer, num quarto de hotel qualquer, escrevendo alguma palavra qualquer, ela entendeu que era a própria pessoa qualquer com a qual conversava dizendo uma palavra qualquer.
Ela não tinha como fugir. Estava presa a ela mesma.
Aonde vai ficar? Pr'aonde vai levar? No que vai dar?
Como seria possível alguém, sem conhecê-la, entender o que sente?
"Nunca lhe passou pela cabeça que outras pessoas também sentem o mesmo?"
E ela, por aí, chorando e lamentando mais um dia.
Para quê? Aonde vai ficar? Pr'aonde vai levar? No que vai dar?
Escrevia em sua mente suas incertezas tentando compreendê-las e transformá-las em atitudes.
De nada adiantava. Ela não tinha a cabeça como deveria para conseguir.
Numa noite qualquer, conversando com uma pessoa qualquer, num quarto de hotel qualquer, escrevendo alguma palavra qualquer, ela entendeu que era a própria pessoa qualquer com a qual conversava dizendo uma palavra qualquer.
Ela não tinha como fugir. Estava presa a ela mesma.
Aonde vai ficar? Pr'aonde vai levar? No que vai dar?
"I know it's over, still I cling. I don't know where else I can go."
Talvez não faça sentido.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Nada óbvio, eu diria.
Nós precisamos viver mais!
Precisamos encontrar vida aonde não há, contar e viver, esquecer os fingimentos.
Deixar o medo de lado.
Preciso me encontrar e tomar mais decisões. Ter uma atitude quando há falta;
Ser mais objetiva e aprender a não usar de tanta empatia.
Na verdade, é o que tem pra hoje, mas, porra, não posso esperar pra viver amanhã.
Enfim, nós precisamos viver mais.
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